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Notícias › A medicina do futuro já começou. Daqui a alguns anos não existirão medicamentos inovadores.

Smartphones, tablets e até videogames serão os aliados da assistência à saúde.

A tecnologia da comunicação sempre esteve a favor da saúde. Quem ainda se lembra do bipe, por exemplo, vai recordar também como os "doutores" foram os primeiros a terem esses aparelhinhos trabalhando a seu favor, recebendo mensagens sobre emergências e plantões. Depois, com a chegada dos celulares, logo os pacientes com problemas mais graves puderam ligar para seu médico em situações de emergência. Além disso, se alguém passar mal na rua, várias pessoas têm como chamar por socorro imediato. Mas o mundo hoje está em constante evolução, principalmente ao lidar com os aparatos eletrônicos. Portanto, celulares, tablets e muitas outras inovações têm tudo a ver com saúde e há muito por vir.

Essa relação se dá justamente devido à mobilidade, o que será muito útil para o futuro, já prevê a empresa de consultoria Ernst & Young. De acordo com uma pesquisa encomendada a eles, grande parte da assistência médica daqui a alguns anos será feita no chamado "terceiro lugar", ou seja, a casa do paciente ou qualquer local em que ele esteja (o primeiro e o segundo são os hospitais e consultórios). "Os meios para isso já existem, o que discutimos são os padrões de monitoração e qualidade de atendimento", fala Chao Lung Wen, chefe da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e coordenador desse mesmo setor no Hospital das Clínicas (SP).

A tendência é que as inovações na medicina se voltem à prevenção e diagnóstico. "No futuro, não existirão medicamentos inovadores e, já hoje em dia, eles já estão mais raros", explica Walban Damasceno de Souza, diretor de assuntos corporativos da BD Brasil, empresa especializada na fabricação de aparelhos de saúde.

Aplicativos aplicados

Os pacientes que mais se beneficiarão com a mobile health são os portadores de doenças crônicas. "Haverá acompanhamento em tempo real de diabéticos e hipertensos", diz Luiz Vicente Rizzo, diretor do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (SP). Nesse campo, destacam-se o uso dos "apps" para celulares. "Neles, pode-se montar um cardápio, ver receitas, administrar dados de pressão, agendar consultas e exames, programar lembretes ao longo do dia, enfim, há uma infinidade de situações e possibilidades", fala o endocrinologista Márcio Krakauer (SP). Há também a criação de gadgets que se conectam a esses dispositivos, amplificando essas funções e possibilitando medições. As melhoras nesse aspecto trarão interações maiores, como aponta Wen, ainda mais com a chegada do 4G, que terá melhor velocidade e capacidade de enviar dados de alta performance, ensina o especialista.

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